Você se sentiria traída se descobrisse que seu marido/mulher está te traindo no Second Life? Amy Tailor se sentiu. E pediu o divórcio por isso.

Conheço gente comprometida que acha que se não ultrapassar os limites virtuais, não conta como traição. Eu não penso assim.

Traição não é -apenas- uma questão de conjunção carnal. Para quem não entendeu, chifre não é só quando seu marido/namorado transa com outra mulher.

Traição é uma questão de quebra da confiança e isso pode acontecer de diversas formas, inclusive virtualmente. E isso não tem nada a ver com a possibilidade da traição virtual ultrapassar os limites da Internet e chegar ao mundo concreto.

Na minha modesta opinião, não existe essa divisão entre mundo virtual e mundo concreto. As duas esferas fazem parte do mundo e ponto. Por isso, tanto faz trair a confiança em um mundo ou no outro. Dá no mesmo.

Sinta-se à vontade para expressar sua opinião sobre o assunto.

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Eu adoro Natal. Sempre fui assim, desde criança. É mais forte do que eu.

À medida que a data vai se aproximando, vou entrando no clima, e a decoração de Natal tem um papel muito importante nisso. É ela que desencadeia esse processo.

Hoje fui levar minha enteada em casa e no caminho cada janela decorada com pisca-pisca chamava minha atenção. No carro era eu que me comportava como criança, apontando e dizendo: “Olha aquela! Olha aquela lá!” Eu avisei, é mais forte do que eu.

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Se você vê na rua um casal (hetero) dando um “selinho” ou andando de mãos dadas, não acha nada demais, certo? Se do “selinho” o casal passa para um beijão de língua daqueles, você pode se sentir meio incomodado, afinal, se querem se comer, vão para casa!

As reações deveriam ser as mesmas se o casal em questão fosse homossexual, dois homens ou duas mulheres, certo? Para muitas pessoas é errado. Por isso recentemente o Rio promulgou lei municipal que reprime a discriminação a casais gays.

Antes que perguntem, sou hetero. Apenas resolvi escrever este post porque sou a favor da liberdade de expressão.Por que o casal hetero pode expressar seus sentimentos publicamente, mas o casal gay não?

As pessoas entrevistadas sobre o assunto pelo Jornal O Dia, alegaram que crianças não devem ver esse tipo de cena porque poderão ser influenciadas. No entanto, não se aprende a ser gay, a pessoa já nasce gay. Tive um aluno que aos 3 anos de idade era gay. Como ele foi aprender isso tão novinho?! Não aprendeu, nasceu assim.

A mesma matéria transcreve o que foi dito por um dos entrevistados: “Abre-se uma exceção para uma minoria. Isso não é normal. O normal é a família”. Para falar em minoria, ele nunca deve ter visto nem pela TV o tanto de gente que vai nas paradas do orgulho gay pelo Brasil. Ainda afirma que não é preconceituoso, então por que não pode ver como família um casal homossexual que passa anos, às vezes uma vida inteira junto, criando até filhos?

Ah, me poupem (e aos homossexuais também) desse preconceito. E viva a liberdade de expressão!

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O presidente eleito dos Estados Unidos diz que pretende ter um cão vira-latas, resgatado de um abrigo.

Parece mesmo que as minorias sociais estão em alta naquele país, no bom sentido, claro. Se de fato o Obama levar para a Casa Branca um vira-latas resgatado, isso significará chances muito maiores de um futuro digno para muitos cães que vivem em abrigos.

As pessoas, sejam elas americanas ou não, tendem a copiar atitudes e gostos dos famosos (não há dúvida de que o Obama é a pessoa mais famosa do mundo no momento). Por isso, se o presidente adotar um cão resgatado, muitos repetirão o gesto. Os cachorrinhos e as pessoas que trabalham em abrigos agradecerão!

O problema do abandono de animais existe no Brasil também. Alguns desses pobrezinhos estão nas ruas, outros em abrigos públicos ou privados. Às vezes é difícil saber onde é pior.

Você não é famoso como o Obama, mas também pode ser um exemplo!

Já pensou em adotar um cãozinho ou gatinho? Se não puder fazer isso, pode ajudar doando medicamentos, ração, até jornais! Procure um abrigo. Existem muitos pelo Brasil todo.

Deixo aqui dois links no Rio de Janeiro:

P.S.: A cadelinha da foto é a Priscila. Ela foi resgatada no meio da rua, com as patinhas traseiras presas. Havia sido abandonada para morrer. Se você gostou desse focinho peludo, descubra aqui como ajudá-la.

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Não pretendia escrever esse post. Na verdade pretendia responder através de comentários os comentários feitos ao post “Quem é o responsável?“, mas como vi que teria muito a dizer, lá vamos nós.

Concordo com quem acha absurdo que um consumidor tenha seu notebook furtado em um estabelecimento privado, mas acho tão absurdo quanto isso um cidadão ter seu telefone celular roubado por um ladrão enquanto atende uma ligação na Avenida Rio Branco (a principal avenida no Centro do Rio de Janeiro).

O problema da criminalidade e da falta de segurança não se restringe à esfera privada. O primeiro responsável por garantir a segurança das pessoas é o Poder Público, mas no Brasil de hoje o Poder Público não dá conta dessa tarefa. A questão da segurança pública saiu de controle e não acredito que volte a ser controlada tão cedo, porque não existem políticas públicas capazes de reverter esse processo (mas isso é uma outra discussão).

Dessa forma, é mais absurdo ainda que as pessoas tenham que se defender da violência por meios próprios. O Estado deveria cuidar da minha segurança, eu não deveria precisar instalar cerca elétrica no muro da minha casa, eu não deveria precisar contratar uma empresa de vigilância para instalar câmeras e sensores de movimento e monitorar a minha residência 24 horas por dia. Da mesma forma que eu, pessoa física, não deveria ter que fazer tudo isso, o estabelecimento comercial, pessoa jurídica, também não deveria. No entanto, se a questão da segurança fugiu ao controle do Poder Público, também fugiu ao controle do estabelecimento comercial.

Mas se esperarmos que o estebelecimento comercial seja objetivamente (independente de culpa) considerado responsável pela falta de segurança, o Estado também tem que ser responsabilizado pelo assalto que ocorre no banco da praça. Caso contrário, seriam aplicados dois pesos e duas medidas.

O judiciário deve aplicar o texto da lei ao caso concreto. Não resta dúvida de que a lei em questão, o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, é uma das melhores já promulgadas nesse país. No entanto, enquanto a realidade brasileira em relação à segurança for essa que está aí, não será possível esperar que um juiz condene o hotel a ressarcir o prejuízo do Arcanjo.

A Dani Toste comentou que, conversando com o turismólogo convidado para o Decodificando, ficou sabendo que, em situação como a do Arcanjo, os hotéis normalmente reembolsam ao menos os danos materiais. Isso não quer dizer que estejam reconhecendo a culpa. Resolver qualquer contenda fora do judiciário é sempre mais barato. Além disso, o hotel não corre o risco de ter sua boa imagem comercial abalada.

Espero viver para ver um Brasil em que seja possível atender ao telefone na rua sem correr o risco de te-lo arrancado das mãos. Quando o Brasil for assim, podem ter certeza que vou processar o Estado se meu celular for roubado!

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Sou ouvinte assídua do Monacast, o podcast do site Monalisa de Pijamas. O cast é feito por mulheres: Mafalda, Phoebe e Eubalena, e regularmente conta com convidadAs para debater assuntos variados.

Uma frase que é recorrente no show me levou a escrever este post. Várias vezes ouvi as meninas dizendo: “meu marido me ajuda em casa”.

Essa frase é a síntese do machismo nas mulheres. Não entendeu? Vou deixar mais claro. A mulher que reclama do marido machista hoje, é a mãe do homem machista de amanhã.

Na maioria dos casos os filhos são educados pelas mães, mesmo quando os pais vivem juntos. Logo, se o homem é machista, foi a mãe quem o educou assim. E frases como: “meu marido me ajuda em casa”, demonstram que não é fácil para a mulher fugir da educação machista que também recebeu da sua mãe. Na realidade, a maior parte das mulheres não se dá conta do próprio machismo, caso contrário, diria “meu marido divide comigo o cuidado com a casa”.

Nós somos ensinadas, ainda que de forma indireta, que é dever da mulher cuidar da casa e dos filhos. Mesmo quando nos acreditamos muito modernas, esperamos apenas que o marido ajude nesse trabalho, não que ele seja tão responsável quanto a gente.

Depois de todas essas palavras chego ao ponto culminante desse post. A verdade é que, na maioria das vezes não dá pra mudar o marido. É possível melhorá-lo um pouco, fazer com que cozinhe de vez em quando, que lave a louça, mas não dá pra pegar um homem feito e mudar completamente conceitos que foram ensinados desde a infância. O mundo só terá menos homens e mulheres machistas amanhã se as mães de hoje interromperem esse processo.

Mães, não criem para as esposas de amanhã maridos machistas!

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Esta semana foi noticiada na mídia uma nova lei, segundo a qual a mulher não precisa mais esperar a criança nascer para pedir pensão. Ainda não li o texto da lei, mas farei algumas considerações com base no que a imprensa informou.

Sou mulher, mas nunca passei pela situação de estar grávida e não poder contar com qualquer ajuda do pai do bebê. Imagino que deve ser bastante difícil, já que criança começa a dar gasto antes mesmo de nascer: a alimentação da mãe tem que ser boa, é preciso comprar roupinhas e outras coisas, ter carrinho, berço e banheirinha prontos logo no nascimento, etc. No entanto, não vou falar aqui simplesmente defendendo o ponto de vista feminino.

De acordo com a tal lei, a gestante entra com ação, provando que está grávida e apresentando testemunhas que comprovem que Fulano é o pai. O “acusado” pai até pode se defender no curto prazo de 5 dias. Se ainda assim o juiz se convencer que ele é mesmo o pai, condena-o a pagar pensão imediatamente.

No mundo jurídico existe o seguinte dito: “a testemunha é a prostituta das provas”. Traduzindo: é possível “provar” qualquer coisa desde que você arrume as pessoas certas para dizerem aquilo que você quer, que pode ou não ser verdade. Se a gestante conseguir testemunhas que digam que Fulano é o pai, mesmo que isso não seja verdade, terá a pensão deferida pelo juiz. O Fulano, coitado, pode não ter condição de se defender devidamente no prazo de 5 dias e ficar onerado com o pagamento de pensão para uma criança da qual pode não ser o pai.

A lei diz, ainda, que se a pensão for concedida durante a gravidez, o suposto pai é quem terá que provar, após o nascimento, não ser o genitor daquela criança. Até agora, era a mãe quem deveria entrar com ação de investigação de paternidade para provar quem era o pai, mas essa situação foi invertida.

Se o Fulano não conseguiu se defender no curto prazo de 5 dias, agora terá nova chance. Se já foi onerado antes com a pensão, agora será onerado novamente, tendo que arcar com os custos de uma ação de investigação de paternidade.

Digamos que Fulano entrou com ação e provou, através do exame de DNA, que a criança para a qual vem pagando pensão há meses não é seu filho. Aí você me diz: Ah, mas ele pode entrar com ação contra a mãe, pedindo ressarcimento do que pagou, corrigido monetariamente e acrescido de juros, além de pedir dano moral. E se a mãe não tiver como pagar? Fulano terá que amargar sozinho o prejuízo.

Sobre a questão do ressarcimento, a matéria do Globo cita o jurista Esdras Dantas, que menciona a má fé da mãe ao acusar de ser pai alguém que não é. E se a mãe não agiu de má fé, simplesmente entrou com ação contra o namorado pedindo pensão porque achou que o filho era dele, mas na verdade engravidou naquele baile funk que ela foi uma vezinha só com as amigas? O namorado, além de ser corno, vai ficar no prejuízo porque não houve má fé, apenas um equívoco da mãe?

Meninos, para evitar esses problemas, usem camisinha.

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Esta semana foi publicado o episódio 16 do Decodificando, que abordou, entre outros assuntos, o furto do notebook do Arcanjo, amplamente divulgado na net. No resturante do hotel em que estava hospedado em Curitiba, ele deixou a mochila com o notebook numa cadeira e foi se servir no buffet de café da manhã. A câmera de segurança mostra dois sujeitos, um se coloca entre o Arcanjo e a cadeira, para ocultar a visão, e o outro troca a mochila que tinha nas mãos com a que está na cadeira. Rapidamente os dois deixam o hotel.

No Decodificando a conclusão foi que o hotel teria obrigação de indenizar. Em vez de deixar um tradicional comentário no site, resolvi comentar com este post. Então vejamos:

Como foi dito no podcast, o Código de Proteção e Defesa do Consumidor estabelece que o fornecedor de serviços, no caso o hotel, tem obrigação de indenizar o consumidor quando o serviço não oferece a segurança que dele era de se esperar. Em primeira análise é possível concluir que este dispositivo é perfeitamente aplicável ao caso, certo? No entanto, farei aqui o papel de “advogado do diabo”. 

A função do juiz é aplicar a lei ao caso concreto, levando em conta as circunstâncias do fato, bem como o princípio da razoabilidade, entre outros. No caso do furto do notebook, o hotel poderia argumentar em seu favor que mantém sistema de vigilância através das câmeras e/ou de outros meios, mas que, diante dos atuais índices elevados de ocorrências de furtos e roubos nas capitais, a vítima deveria ter mais cuidado com seus pertences. Dessa forma ficaria configurada a culpa exclusiva da vítima, que isenta o fornecedor do serviço da obrigação de indenizar.

Absurdo isso? Aconteceu com a minha mãe. Ela teve uma bolsinha furtada dentro do mercado quando a esqueceu, por segundos, sobre a esteira de um caixa e foi para o caixa ao lado. Imediatamente se deu conta do que tinha feito e voltou, mas a bolsinha já não estava mais lá. Minha mãe ajuizou ação contra o mercado, que se defendeu dizendo que ela não teve o cuidado que deveria ter. Está certo que as circunstâncias não são idênticas, um hotel é um local bem mais restrito às pessoas do que um supermercado, no entanto, ambos são estabelecimentos privados, não são públicos, e deveriam oferecer um mínimo de segurança a quem os freqüenta.

Para recorrer da decisão que negou a indenização, fiz uma pesquisa na jurisprudência e descobri que, ao menos na época, a maior parte das decisões eram nesse sentido. Não conseguimos modificar a sentença com o recurso.

Vejam bem, não estou aqui para julgar e condenar a vítima. Apenas fiz um exercício que faz parte do dia-a-dia do advogado: imaginar todas as hipóteses possíveis. Como consumidora acho que o hotel deveria mesmo indenizar a perda, assim como acho, como cidadã, que o Estado deveria indenizar cada um que fosse assaltado nas ruas, já que não cumpre com a obrigação de garantir a segurança das pessoas, assunto também comentado no podcast.

Fica aqui meu “post-comentário”. Abraços para a turma do Decodificando.

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SafiraFaz uns dois meses que a Safira morreu. 

Ela era uma border collie maravilhosa de quem eu gostava muito, por isso resolvi homenagea-la com este post.

Lembro perfeitamente bem do dia em que a conheci. Foi no final da primeira aula de agility do Galileu. Além dele havia uma labradora fazendo aula de adestramento e no final o Carlos, adestrador e dono da Safira, a tirou do canil para nos presentear com uma demonstração. Não a achei bonita no primeiro momento, nunca achei, mas fiquei de queixo caído, assim como todos os presentes, inclusive o Galileu, com a velocidade daquele bicho! Era uma coisa impressionante. Ela corria tanto que não saltava os obstáculos, voava sobre eles. Depois da demonstração ela voltou para o canil e nós fomos embora. Só nas aulas posteriores comecei a conhece-la.

Ela não tinha um padrão de pelagem bonito e o pelo não era macio, por isso não despertava nas pessoas aquele desejo de acariciar, mas aos poucos, com a convivência, percebi que ela era um doce, um amor de cadela. O mais impressionante era o modo como, mesmo sendo muito carinhosa, ela sabia se impor entre a cachorrada que freqüentava a City Dog. Deixava claro que aquele território era dela, mas nunca a vi brigando com outro cão, bastavam rosnados ou mordiscadas para estabelecer a ordem.

Nas competições de agility ela sempre chamava atenção por ser muito rápida, embora os resultados nem sempre fossem bons em razão da difículdade para controlar tanta velocidade.

Então um dia ela teve que se aposentar. Brincando no quintal Safira teve um problema na coluna que tirou o movimento das patas traseiras. Com remédios e fisioterapia voltou a andar, mas não pôde mais fazer agility, esporte que amava. Acho que no fundo devia ficar enciumada por ver seu condutor treinando com outra cadela, mas nem isso foi suficiente para mudar seu jeitinho meigo, muito pelo contrário. Na verdade ela ficou meio carente. Se derretia mais ainda quando alguém ía lhe dizer “oi” no canil ou quando era solta para brincar. Nessas ocasiões era ela quem vinha me dizer “oi”, oferecendo a cabeça para ganhar um carinho. 

Infelizmente um dia uma outra aluna da City Dog me contou que ela havia morrido. Foi um choque. Foi como saber que uma amiga humana havia morrido. O Carlos ficou tão abalado que não fala sobre o assunto. Ela era, sem dúvida, a cadela favorita dele. Só o que me disse foi que ela teve um problema renal. Sei que não fará diferença, mas espero que um dia ele consiga me contar o que houve.

Essa foto do post foi tirada na última vez em que a vi, na festa de aniversário dos meus cães, que fiz em julho, no Canil. Deixo aqui a foto da Safira sorrindo, como despedida.

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Um estudo realizado pela Universidade de Illinois descobriu que a música Staying Alive, dos Bee Gees, é ideal como acompanhamento para massagem cardíaca.

A American Heart Association recomenda 100 compressões por minuto na massagem cardíaca e a música Staying Alive possui 103 batidas por minuto.

No estudo comandado pelo Dr. David Matlock, 15 estudantes e médicos fizeram a massagem em manequins, ouvindo Staying Alive num iPod, o que os motivou e permitiu que mantivessem o ritmo das compressões, que é o mais importante na ressuscitação.

Portanto, tenha Staying Alive no seu iPod e esteja preparado para salvar uma vida.

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